No texto anterior falei um pouco sobre a importante data do Dia dos Vampiros, que é uma data oficial do calendário da cidade de Sâo Paulo criada pela cineasta Liz Vamp. Os objetivos da campanha são a doação de sangue em hemocentros e hospitais, incentivo a produção artística alternativa e a diversidade cultural.Quem quiser ler, pode clicar aqui...
Os textos que seguem são de minha autoria e baseados em press releases variados e visam fornecer o leitor uma visão sintética de uma ampla cena cultural, criativa e independente que vou denominar como "Vamp" que acontece aqui no Brasil mesmo e dá uma lição que onde há inspiração e disposição tudo é possível...
Inicialmente vamos aos nomes e pessoas que tornam esta cena possível com sua produção cultural...
Uma cena cultural não é nada sem gente. E olha que gente é uma espécie em extinção hoje em dia. Chamo de "gente" nesta página, aqueles que protagonizam suas escolhas de vida e que desenvolvem um trabalho maduro e comprovável ao longo do tempo - dentro da estética vampírica - seja na letra, na prosa, na música, na ilustraçãom no cinema e em tantas outras vertentes artísticas.
Vivemos no Brasil, um país onde apenas nesta última década que vivemos (1999-2009) temas como literatura fantástica de suspense e ficção vampírica, curtametragens, subcultura gótica e subcultura vampyrica a duras penas conseguiram espaços para socialização e divulgação de seus trabalhos para um crescente público de apreciadores.
| Ademir Pascale |
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Ademir Pascale (São Paulo, 1976) de origem européia (Itália) por parte de mãe, é Lingüista, escritor, crítico de cinema, ativista cultural e editor brasileiro.
Desde 1998, publica crônicas, contos e resenhas críticas em diversos meios de comunicação, como: rádios, revistas, jornais e sites; este último, destacando o site da Ong cultural Verdes Trigos, comandado pelo escritor e advogado Henrique Chagas. |
Iniciou seu trabalho literário nos primórdios da internet brasileira e, em maio de 2003, criou o Portal Cultural Cranik, o qual exerce a função de editor. Em março de 2004, publicou o livro "Jesus e os Manuscritos Proibidos", pela editora CBJE. Em janeiro de 2005, idealizou o seu projeto de inclusão social intitulado "Vá ao Cinema!" com aprovação do Ministério da Cultura para captação de recursos e, em abril de 2007, criou o site Divulga livros, com a intenção de auxiliar os escritores iniciantes.
Em setembro de 2007, publicou o áudio-livro "Cinema - Despertando seu olhar crítico", pela editora Alyá. Como ativista cultural, proporciona com facilidade a ida dos brasileiros de baixa-renda ao cinema com a intenção de lhes proporcionar lazer e pluralidade cultural. Como crítico de cinema, já entrevistou grandes nomes do cinema brasileiro, entre eles: Lina Chamie, Tata Amaral, Fernando Bonassi e Toni Venturi; além de escritores e dramaturgos, como Gerald Thomas Sievers, Luis Eduardo Matta, Flávio Calazans, Helena Gomes, Nelson Magrini, Flávia Muniz, Rosana Rios, André Carneiro, Márcia Frazão, Reinaldo Polito, André Vianco, Roberto Causo, Jorge Luiz Calife, Antônio Carlos Secchin e Moacyr Scliar (Membros da Academia Brasileira de Letras).
Obras Publicadas:
- Draculea: O Livro Secreto dos Vampiros (Organizador da Coletânea) - All Print: Lançamento: agosto de 2009 - SP
- Invasão (Organizador da Coletânea) - Giz Editorial: Lançamento: setembro de 2009 - Bienal do livro - RJ
- Audiolivro: Cinema - Despertando seu olhar crítico - Editora Alyá, 2007
- Jesus e os Manuscritos Proibidos - Editora CBJE, 2004
Antologias que participou:
- Contos Imediatos (Conto: O olho que tudo vê) - Terracota, 2009
- Revista Scarium Especial Mulheres n° 25 (Conto: Diabólica), 2009
- Paradigmas 2 (Conto: Frei François) - Tarja Editorial, 2009
- Caminhos do Medo (Conto: Mr. Sheol) - Editora Andross, 2008
- Anno Domini (Conto: Cassandra Corbu) - Editora Andross, 2008
- Contos Fantásticos nº 12 (Conto: Cassandra V.2) - Editora CBJE, 2008
- Contos Fantásticos nº 13 (Conto: O Caminho do Samurai Kin) - Editora CBJE, 2008
- Contos Fantásticos nº 15 (Conto: Zé Tristonho ) - Editora CBJE, 2008 |
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Meu trabalho sobre vampiros vem de bem cedo, por volta de 1996 meus conhecimentos sobre o tema aumentaram muito depois que entrei na era da informática (todos entramos), mas foi assim que conheci muitas pessoas que admiravam o universo dos vampiros. Naquela época era normal ver o pessoal que apreciava os vampiros jogar RPG e foi nesta mesma linha de tempo que comecei a escrever os contos de vampiros. Contos que conquistaram um grande público brasileiro que, mesmo alguns não sendo muito ligados ao tema apreciavam os contos e viravam fã desta arte.
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Depois de vários encontros com o pessoal que jogava RPG minha lista de leitores aumentou. Não podia aparecer um e-mail novo na minha lista que eu já enviava contos de vampiros. Muitos pediam para que eu enviasse contos até que o pessoal mesmo dizia que eu deveria criar um site sobre o tema. Eu fiquei interessado em colocar meus contos de vampiros em um site e assim fiz. Criei em 2000 o site de CONTOS DE VAMPIROS (que hoje é um blog). Este site não tinha só contos destes mortos-vivos, mas também tinham contos de ficção, de bruxas, terror, medieval e até contos para crianças ou seja contos de fadas. Mas o que eu gostava mesmo era escrever contos de vampiros.
No ano de 2000 criei meu primeiro site intitulado "CONTOS DE VAMPIROS" que foi um sucesso. Principalmente para mim mesmo pois conheci a Camila ( minha esposa ) no Livro de Visitas do site. Muitos sites daquela época queriam meus contos de vampiros. O motivo pela procura de contos deste tema era por ter poucos que traduziam os contos de outras línguas para colocar nos sites daquele tempo e eu era um dos pouquíssimos escritores a ter um site brasileiro sobre contos. Não foi difícil ver meus contos em muitos sites brasileiros. Com a entrada do provedor gratuito do HPG foi possível colocar meu sonho em prática. A criação do site de vampiros o Adorável Noite - Muitos me perguntam porque eu não usei de cara o nome Adorável Noite. Bom eu já tinha criado o espaço para contonoturno e eu não sabia deletar o espaço e fazer tudo de novo com o nome do adorável noite. Resumindo, o contonoturno era só um nome teste e acabou ficando assim mesmo. Criei dentro dele o site adorável noite.
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Descobri a história da condessa Bathory totalmente por acaso. Foi fascinação à primeira vista. Era uma história espetacular demais para ser simplesmente ignorada. E era real! Durante dois anos pesquisei tudo que era possível a respeito. Só que desde o começo não senti vontade ou segurança para escrever uma biografia. Eu queria usá-la. Queria pegar aquela trama sinistra e transformá-la em semente de uma história completamente diferente. Daí surgiu a idéia de focar a trama não em sua vida, mas em seu legado, em sua herança. Dessa idéia saiu O Legado de Bathory e mais dois romances (que serão lançados em breve).
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Escritor do bestseller "Os Sete" entre outros - André Vianco é um escritor brasileiro, nascido em Pindamonhangaba, estado de São Paulo, e criado em Osasco. Suas obras sobrenaturais misturam terror, suspense, fantasia e romance em histórias que geralmente envolvem o tema "Vampiros".Em 1999 após ser despedido de seu emprego em uma empresa de cartões de crédito, André utilizou o seu FGTS para produzir 1000 cópias de seu primeiro best-seller, Os Sete. Em 2000 ele foi pessoalmente promover seu livro em livrarias e editoras. Em 2001 a editora Novo Século se interessou por seu trabalho e re-publicou o livro. Desde então a
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parceria entre autor e editora proporcionou mais livros e uma obra que está sendo gradualmente ampliada.
Os Sete deriva diretamente do primeiro romance de André Vianco, O Senhor Da Chuva (1998). Em O Senhor da Chuva, apesar da história estar relacionada diretamente a anjos e demônios, o autor criou uma personagem vampiro que, segundo o autor, teria sido pobremente explorado. A partir de então, André ficou com a idéia de escrever um romance em que vampiros seriam os protagonistas. Em seu primeiro roteiro, pré-escrita, os vampiros eram apenas dois e o título do livro seria "Os Dois". Porém André não se sentiu satisfeito e sua trama virou "Os Sete" (1999)
Apesar de suas obras não serem exclusivamente sobre vampiros, foi este tipo de personagem que chamou a atenção para a sua obra.Em Os Sete, André apresenta sete vampiros lusitanos do Rio D’Oro com poderes sobrenaturais que vão além da vida eterna, força e velocidade sobrenaturais que geralmente são vistos na maioria dos filmes e livros sobre o gênero. "Inverno", com poder de congelar o ar, "Tempestade" que pode trazer chuvas e temporais, "Lobo" que se transforma em lobisomem, "Acordador" que faz os mortos levantarem e outros personagens com poderes não tão óbvios como "Gentil", "Espelho" e "Sétimo". Nesse livro, diferente do Bento, os vampiros sofrem com o sangue "envenenado" por alho. Em Bento, os vampiros morrem ao beber do sangue dos guerreiros denominados Bentos, que têm a missão de livrar a Terra dos vampiros que apareceram após a Noite Maldita.
André pesquisa nas mais variadas fontes, e delas pega um pouco das lendas que corre nesse mundo afora. A idéia de vampiros utilizarem árvores para se locomoverem em Bento foi inspirada da lenda dos aborígenes australianos que falam de vampiros que vivem nas árvores, bebem o sangue das suas vítimas e depois as engolem por inteiro.Este livro é atualmente editado pela editora Novo Século.
Antes de adotar Vianco como seu sobrenome artístico, - que homenageia a cidade de Osasco derivando da Rua Dona Primitiva Vianco - André começou a escrever profissionalmente para a rádio Jovem Pan na seção de humor. Tornou-se redator do departamento de jornalismo da rádio e por lá permaneceu por dois anos.
O autor conta que sempre gostou muito de ler. Lia dos mais variados autores, desde Stephen King a Eiji Yoshikawa. Ele conta também que não foi um determinado livro que o fez decidir ser autor, mas um conjunto todo. E quando ele passava ao papel suas idéias, ele as olhava e gostava do resultado. Caso não fizesse isso, ele ficava com fantasmas ao seu redor, a idéias e seus personagens atormentando-o para serem escritos.
Obras:
* Os Sete (2000) - editora Novo Século
* O Senhor da Chuva (2001) - editora Novo Século
* Sétimo (2002) - editora Novo Século
* Sementes no Gelo (2002) - editora Novo Século
* A Casa (2002) - editora Novo Século
* Bento (2003) - editora Novo Século
* O Vampiro - Rei Vol.1 (2004) - editora Novo Século
* O Vampiro - Rei Vol.2 (2005) - editora Novo Século
* O Turno Da Noite, Os Filhos De Setimo Vol.1 (2006) - editora Novo Século
* O Turno Da Noite, Revelações Vol.2 (2006) - editora Novo Século
* Vampiros do Rio Douro (2007) - editora Novo Século
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Na televisão roteirizou o seriado Armação Ilimitada, lendária atração levada ao ar pela TV Globo entre 1985 e 1988.Sua estréia como autor foi em 1989, quando escreveu juntamente com Walther Negrão a novela Top Model, que abordava temas entre outros como masturbação e gravidez na adolescência.Em 1991 escreveu Vamp, um estrondoso sucesso. Chegou até a surgir um boato que haveria uma continuação daquela história onze anos depois, mas ele preferiu escrever O Beijo do Vampiro, que não obteve o mesmo êxito e utilizou alguns elementos da outra. Discutiu o tema da
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paranormalidade em Olho no olho (1993) e a história das gêmeas de caráter oposto em Cara e Coroa (1995).
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*Antunes Filho |

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Polêmico diretor e autor Brasileiro, entre seus muitos trabalhos encontramos a peça Drácula e outros Vampiros que esteve em cartaz no SESC consolação em 1996. Sempre foi muito elogiado na formação de atores, que visa, sobretudo, formar seres humanos integrais, plenos em sua expressividade. Nas Trilhas da Transilvânia, 1995, uma leitura de Drácula e Drácula e Outros Vampiros, 1996, reformulação do espetáculo anterior. A partir de então, Antunes dedica-se mais exclusivamente aos trabalhos no CPT, formando atores que sejam simultaneamente intérpretes e dramaturgos.
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Camila Fernandes: |
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Ilustradora e romancista, integra o grupo Necrozine, e já participou de duas coletâneas intituladas Necropolis: Histórias de Vampiros e Necrópolis: Histórias de Fantasmas. Em suas palavras: "Felicidade não é uma seqüência de eventos alegres, pois a vida não é feita apenas deles. Felicidade é um modo de ver a vida. Por isso, ao olhar para nós mesmos, que possamos usar nossos olhos mais felizes. É isso que eu desejo a vocês: mais do que felicidade, um olhar lúcido, que lhes dê: força para lidar com nossas próprias fraquezas; força pra ver nos fracasso boas lições, nas tristezas, estações que terminam e, nas |
alegrias,momentos de partilha e, nos sucessos, motivos pra perseverar."
visite o site pessoal |
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| Cid Vale Ferreira |
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Editor da Carcasse.com, graduando do curso de Letras-Latim da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (USP). Editou os fanzines Aranhas do Aquário (1996) e Sépia Zine - Cordel Noturno (1998), é colaborador da revista De Profundis e teve poemas publicados em diversos sites na internet.Foi o organizador do livro Voivode: Estudos sobre Vampiros |
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| Cláudio Brites |
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Claudio Brites nasceu na cidade de São Paulo, em 1983. Formado em letras, tem alguns textos publicados e já organizou as antologias de contos O Livro Negro dos Vampiros (Andross) e Anno Domini - Manuscritos Medievais (Andross), este último, em parceria com a autora Helena Gomes. |
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No dia 14 de junho de 1925, nasce Dalton Trevisan. Em Curitiba, é claro. A mesma Curitiba em que cresce e ganha a fama de 'vampiro'. A mesma Curitiba que eternizou em tantos contos - e que, justamente por isso, tem com ele um débito eterno. A mesma Curitiba cheia de mistérios. O próprio escritor é um deles: para se conceber um históricos de Trevisan, é preciso a habilidade das serzedeiras, cozendo retalhos aqui e ali, em uma ou outra reportagem, nas antigas e raras entrevistas. Fotos, só de arquivo
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Provavelmente a primeira autora de um site relevante sobre folclore e poesia vampírica no Brasil. Escritora romancista, web designer, redatora e entrevistadora do Vampirus Brasil e english teacher ( para poucos alunos hoje ). Atualmente organizou a primeira coleção de contos publicadas por seu site o Vampirus Brasil!
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| Deus Noite |
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Deus Noite foi o criador de um dos pioneiros da internet brasileira sobre vampiros, chamado Mundo Vampyr durante os primeiros anos do século XXI.E ao lado de Adriano Siqueira um dos criadores da legendária lista de contos, prosa e poesia chamada Tinta Rubra. |
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Tem 43 anos e mora em João Pessoa. É casado há 19 anos e tem dois filhos, um com 18 e outro com 15 anos. Começou produzindo para a Malibu Comics a série The Protectors, finalizando o lápis de Tom Derenick. Seu primeiro trabalho (esboço e arte–final) foi Evangelyne & Prophet, da Maximum Press. Na verdade, sua carreira começou em 1969 com o personagem Sabido. Em 1970 criou a vilã Doroti e em 1973 a bela loura sexy VELTA. Depois vieram: em 1975, Itabira, o Chefe dos índios Tabajaras (em co-autoria com seu pai Emilson Ribeiro); em 1976, Nova, a Ginóide ruiva (um organismo cibernético com coração e cérebro de
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uma garota condenada por uma doença incurável e que sobrevive num corpo robótico); em 1976, O Homem de Preto (foram feitos dois filmes VHS com essa série, usando atores amadores em 1989 e 1993); e a vampira francesa Michélle. Todos os personagens de Emir Ribeiro foram publicados em tiras diárias, página de jornal e revistas de HQ no Brasil, mas ele nunca publicou seus personagens no mercado norte-americano.
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"Eugênio Colonnese foi um dos grandes mestres dos quadrinhos mundiais que desembarcaram no Brasil na segunda metade do século XX para consolidar uma tradição tipicamente nacional: as histórias de terror. Italiano de nascimento, com uma longa passagem pela Argentina, migrou para São Paulo. Sua criação mais famosa é a irresistível mulher vampira “Mirza”, que criou em 1967 no Estúdio D-Arte para a editora Jotaesse, de José Sidekerskis. Portanto, dois anos antes da americana “Vampirella”. Com passagens também pelos livros didáticos, especializou-se quadrinhos de guerra e super-heróis. Criou seres fantásticos a
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partir de seu traço inconfundível que se destaca pelo completo domínio do pincel e da narrativa em preto e branco. Nas duas últimas décadas, manteve intensa produção de quadrinhos para as revistas “Calafrio” e “Mestres do Terror”, de Rodolfo Zalla; e chegou a fazer cinco números das aventuras do herói circense “Beto Carreiro”, na década de 1980. Desde 2001, tornou-se uma das atrações da Opera Graphica, com vários álbuns de antologia, histórias inéditas e edições com aulas de desenho." - tirado do Opera Graphica
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"Sempre. Sempre tive fascínio pelo tema, desde criança. Acho que curto o clima sensual da figura, o desatino por ser diferente e a idéia fantástica de ser imortal. Li um livro, certa vez, sobre imortalidade ( Todos os homens são mortais, de Simone de Beauvoir ), onde ela conta a história de um homem e seu tormento por ser imortal. Eu já curtia os vampiros e depois desse livro, penso que me encantei com o mito."
Obra: Os Noturnos (livro) Ed. Moderna
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É carioca, criado no sul do país, iniciou sua carreira de quadrinhista ainda bem jovem, nos anos 50, para os títulos: X-9, Águia Negra, Dom Quixote e Cavaleiro Negro. O fato de trabalhar em títulos originariamente estrangeiros, serviu para consolidar seu estilo arrojado e diferente, além de lhe conferir um senso profissional, ainda hoje sem paralelos no mercado de comics tupiniquim. Ficou bem conhecido ao transportar para as páginas impressas, o herói radiofônico O Anjo, além da quadrinização de Os Brutos também Amam. Nos anos 60, marcaria definitivamente sua carreira, ao trabalhar no gibi do grande sucesso da TV
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brasileira: O Vigilante Rodoviário. Colin também atuou na área publicitária e colaborou para a (hoje) histórica revista O Cruzeiro; além de fazer parte de inúmeras tentativas de se nacionalizar a produção de quadrinhos, no Brasil. Para os estúdios de Maurício de Souza e o grupo Folha, produziu Vizunga, um dos primeiros personagens de quadrinhos realmente com background ecológico. Homem de fortes convicções, Colin sempre rendeu ótimas e esclarecedoras entrevistas... tão boas quanto suas histórias. Entre os anos 70 e 80, produziu ininterruptamente, colaborando para as publicações das editoras Grafipar e D-Arte, entre outras. Prolífico até o fim de sua vida, Colin ficou conhecido pela nova geração de leitores brasileiros, ao estrelar publicações especiais como: O Boi das Aspas de Ouro, Estórias Gerais e Fawcett. Colin faleceu em 13 de agosto de 2002, devido a complicações respiratórias.
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"Literatura: o maior tesão de minha vida. Ei, não me entenda mal, refiro-me a tesão intelectual. Não gosto de histórias adocicadas ou cheias de moral, e não curto egotrips ou literatura experimental. Talvez seja por causa de algum problema neuronal. Ou não. Gosto de ler o que me diverte, o que me faz pensar, o que me surpreende. Básico. Mas sob essa aparente simplicidade cabe todo um universo de livros e autores e séculos de literatura. Material interminável e fascinante. E é isso que gosto de escrever. Terror, principalmente, e também fantasia. Pra quem acha que entretenimento |
não é digno do métier literário, já vou avisando: divertir o leitor é o meu objetivo. Se isso não é literatura, ok. Não me levem a sério, please."
AUTORA DOS LIVROS:
- A Dama Morcega
- Vampiros no Espelho e Outras Histórias
- Luar de VampiroS
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'Ivan Jaf' nasceu no Rio de Janeiro, em 1957, cidade em que vive até hoje. O autor já publicou mais de duas dezenas de obras de ficção voltadas para o público infanto-juvenil. Boa parte delas tem como tema a história do Brasil. Além de escritor, Ivan é fotógrafo e trabalha como roteirista de história em quadrinhos.ou tiradas à sua revelia, um zoom fortuito ou a indiscrição de um flagrante aguardado por detrás de um poste. Hermético, há anos não fala com a imprensa. Não por briga. Talvez por excentricidade. Certamente por direito. Toda informação sobre o autor é breve e autônoma, retalho que se une a outros para formar uma peça
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homogênea - tal como muitos de seus livros. Na adolescência, sonhava em ser campeão de atletismo, particularmente na prova dos 110m com barreiras. Formado em Direito, exerceu a função de repórter policial e crítico de cinema.
AUTOR DA COLEÇÃO: memórias do sangue
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Nasceu em Nova Friburgo, RJ, em 04/10/1953 Começou a carreira de escritor trabalhando para crianças e jovens, publicando em 1985 os livros O grilo do grilo (editora Memórias Futuras) e A salamandra de jade (Edições Antares).Publicou o primeiro romance para adultos em 1990 (A mãe do sonho, Rio Fundo Editora). Em 1992 lançou o romance histórico Imperatriz no fim do mundo, pela mesma editora, atualmente reeditado pela Ediouro e que serviu como inspiração para a minissérie O quinto dos infernos, da TV Globo.Pela editora Record publicou os contos da coleção Aventura no tempo e |
os livros A caverna dos titãs e Mundo de sombras: o nascimento do vampiro. Ainda em 2007 deverá ser lançada uma antologia de contos pela editora Devir: O dia do dragão.Além disso, assinando como Alves Calado, traduziu mais de uma centena de livros para diversas editoras. Obras de Norman Mailer, Erica Jong, James Ellroy, Paul Theroux, Robin Cook, Frederick Forsyth, Ellmore Leonard, Scott Turrow, Orson-Scott Card, Steve Berry e Bernard Cornwell, dentre muitos outros.
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O TREVAS teve sua gêneses há muitos anos atrás, uns vinte anos pra ser mais exato, num conto de aventura que escrevi durante minha fase policial (mais precisamente Agatha Christie). Em 2004, numa conversa com uma amiga do local onde trabalho, acabei contando que escrevia e ela pediu pra ler algo que havia escrito. Depois de ler um dos meus contos, esta amiga encorajou-me a tentar escrever um livro e publicá-lo. Convencido, pôs mãos a obra e comecei a elaborar o TREVAS tendo como base este conto que mencionei. Quando vi, já tinha escrito o primeiro volume e metade do segundo (TREVAS inicialmente era uma trilogia).
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Com o primeiro volume concluído, enviei o original para várias editoras, sem sucesso. Achando que faltava um ar profissional na apresentação, contratei os serviços de editoração, revisão, leitura critica e agenciamento literário da GIZ Editorial que, na época era apenas uma empresa prestadora de serviços. Com novas negativas, recebi a proposta da Giz para publicar por eles pois a editora tinha planos de deixar de ser somente uma prestadora de serviço. Eles queriam, o que é natural, crescer e se tornar uma editora. Concordei e, após a editora conseguir um patrocínio para o livro, TREVAS teve algumas alterações e se tornou o primeiro livro da nova fase da GIZ. Depois disso, tanto eu como a editora, caminhamos juntos. Anhangá, meu segundo livro, foi entregue a editora em abril de 2007, mas deixou de ser publicado naquele ano por causa do projeto AMOR VAMPIRO.
visite a comunidade do livro Amor Vampiro
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nasceu em Borborema (interior de São Paulo). Ajudou a pavimentar a trajetória do horror em histórias em quadrinhos no Brasil. Júlio Shimamoto é um profissional completo e um gênio das HQs por opção – visto que, como diretor de arte, obteve amplo reconhecimento no mercado publicitário; também é argumentista talentoso, além de emérito desenhista. Inovando em técnicas de ilustração, inspirando jovens talentos e inscrevendo-se na história do entretenimento nacional por meio de pesadelos em preto-e-branco que tiraram o sono de gerações de leitores, Shimamoto honra a fibra de seus descendentes samurais batalhando, incansável, pela consolidação de um autêntico mercado de quadrinhos brasileiro.
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Nasceu na cidade de Santos, em 1977. Profundo conhecedor do mito do vampiro, foi consultado diversas vezes sobre o assunto pela mídia falada e escrita (Globo, SBT, IstoÉ etc). Adepto da subcultura gótica há vários anos, é também um amante da poesia, do desenho e da história da capital de São Paulo. Escreveu vários contos, tendo alguns deles publicados na antologia Brainstorm, pela Andross Editora. Além disso, cursou Produção Editorial até o penúltimo ano e participou de diversas palestras e cursos voltados à produção intelectual, como "Escrita Criativa", pela Fábrica de
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Textos, dentre outros. Em 2005, seu romance Clube dos Imortais - a nova quimera dos vampiros, foi agraciado com o prêmio Rachel de Queiroz, na Academia Brasileira de Letras, outorgado pela UBE/RJ - União Brasileira de Escritores.
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Autor do site e do livro "Sistinas: Vampiros Eróticos" Gilmar Silva “Lewd”, nasceu e mora em São Paulo. Já teve um conto na antologia de 90 anos do Palmeiras, seu time do coração, lançou o livro de Sistinas em 2005, já participou de duas coletâneas na revista Scarium e também do projeto “Visões de São Paulo". É um dos 15 autores da coletânea "Vampirus Brasil - Sedução, Fascínio e Traição". Misterioso, filho da internet por profissão e vampiro por natureza adotou o pseudônimo Lewd
e escreve sobre vampiros eróticos desde 2000 em seu site: www.sistinas.com.br. |
Contato com o autor:
lewd@sistinas.com.br |
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A filha do personagem ícone do terror nacional Zé do Caixão, e filha real de José Mojica Marins o criador do personagem Zé do Caixão. Mariliz foi responsável pela criação da lei, aprovada em setembro de 2003, que transformou 13 de agosto no "Dia do Vampiro" na cidade de São Paulo, combinando a data com uma campanha de incentivo à doação voluntária de sangue. Mas nem essa aparente boa ação livrou-a de ser motivo de piadinhas de mau gosto na mídia, que enxergam nela um alvo fácil para disparar frases de duplo sentido. Resta saber se isso é uma maldição de
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família - levando-se em conta o desrespeito com o qual José Mojica Marins é tratado até hoje em seu próprio país - ou se é apenas a maneira como a imprensa dita "séria" sempre irá encarar aqueles que se dedicam ao entretenimento de horror. Atualmente está gravando seu primeiro longa metragem.
visite o site oficial |
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É jornalista e escritor. É autor dos seguintes livros - 'Todas as Histórias de Amor Terminam Mal', 'Vampiro', 'O Globo/ Grandes Entrevistas - Os Escritores', 'O Corpo Humano', 'Marques Rebelo - Mosaico de um Escritor', 'Carnaval de J. Carlos e Lábaro Estrelado', 'O Viajante Imóvel/ Machado de Assis e o Rio de Janeiro de Seu Tempo' e 'As Cores do Amor'.
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Uma de suas principais criações é a personagem vampira Lucila e em suas próprias palavras: "Essa vampira nasceu quase por acaso, num conto, e muito rápido revelou-se uma criatura fascinante, cheia de intenções e vontades. Bem, você sabe como são os vampiros, quando querem alguma coisa não desistem até consegui-la. E Lucila queria diversão.A partir de então escrevi várias histórias com ela. Não só eu, pois outros escritores também acabaram criando novas emoções para essa vampira cheia de surpresas.O fato é que, com o tempo, Lucila foi ficando inquieta, querendo conhecer mais gente, encontrar novos... amigos. "
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Autora dos Livros:
- O livro dos contos enfeitiçados (Landy, 2006)
- Olhos de gato (Writers, 2005)
- O vampiro de cada um (ed. da autora, 2003)
- Relações de sangue (Novo Século, 2002)
- Lugar de mulher é na cozinha (Writers, 2000), como organizadora
- Contos improváveis (Writers, 2000)
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Marco A.Lucchetti |
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É escritor, graduado em Letras e Mestre e Doutor em Ciências da Comunicação pela Escola de Comunicação e Artes da USP. Autor de As Sedutoras dos Quadrinhos – abrangente compêndio sobre as mais proeminentes personagens femininas da arte seqüencial –, Lucchetti escreveu outras obras do gênero, igualmente importantes para a compreensão e avaliação do impacto social gerado por essa nova modalidade de expressão artística, tão popular no período em que vivemos. São elas: A Ficção Científica nos Quadrinhos e Realidade-Fantasia em Valentina – O Quadrinho Autoral no Exemplo Guido Crepax (ainda inédita)
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Marcos Torrigo é pesquisador nos campos da Magia, Ocultismo e Religiões comparadas há mais de 16 anos. Escritor e colaborador da revista Sexto Sentido; foi apresentador do programa Hora de Hórus, na rádio Mundial; e proprietário da livraria Zipak, uma das mais tradicionais em seu segmento. Foi entrevistado pelo Fantástico; pelo Programa do Jô; pelos telejornais Bom Dia São Paulo e Jornal da Noite; pelos jornais Agora São Paulo, Extra e Jornal da Tarde; pela revista Sexto Sentido; pelo bate-papo UOL; pela AllTV; entre outros. É autor do livro Vampiros:Rituais de Sangue.
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Nazarethe Fonseca |
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Sobre Vampiros:"Eles entraram em minha vida muito cedo, aos cinco anos. Tinha problemas de saúde e ficava horas desperta na cama lendo revistinhas em quadrinhos, de terror e na madrugada minha maior companhia era a TV. Gostava de ver “Filme de Monstro”. Drácula e suas noivas me fizeram muita companhia. Sempre admirei o modo como envolvia a mocinha na capa, o beijo vampiro. Na verdade os filmes de antigamente tinha mocinhos de pouco carisma. O vilão, no caso Drácula, sempre me pareceu mais atraente e sedutor. Até mesmo hoje o personagem principal é o vampiro nunca o mocinho. Claro, só se o mocinho for um caçador de vampiros, o que
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realmente me faz deixar a sala, ou desligar a TV.Acho que a criação de Alma & Sangue começou a ser elaborada quando tinha quinze anos. Tive um sonho, lembro de acordar, pegar um caderno, lápis e escrever. Após o sonho comecei a escrever compulsivamente, não respeitava os cadernos da escola. As idéias brotavam no meio da aula, enquanto estudava, minha cabeça virou uma confusão. Por fim fui reprovada e depois de muita bronca parei de escrever e aborrecida queimei meu primeiro livro, era um policial. A escritora ficou adormecida e só despertou novamente aos 21 anos quando novamente tive um sonho e nele as duas datas muito importante surgiram. Acordei super tranqüila na madrugada, fui para a sala e vi o dia nascer, não escrevi nada, deixei tudo em minha mente.
O sonho foi maravilhoso, queria guardar ele comigo, dividir com o papel não passava por minha cabeça. Um mês depois meu pai comprou uma máquina de escrever de segunda mão. Aprendi a datilografar passando um caderno de receitas culinárias da minha mãe a limpo. Quando terminei decidi que precisava escrever meu sonho. Organizei o papel sobre a mesa, meu dicionário e comecei a escrever ALMA E SANGUE. A historia estava pronta, escrevi durante oito meses. Sim, o livro já possui uma continuação. O escrevi em 2001 quando lancei pela primeira vez o livro Alma & Sangue por uma editora do Rio de Janeiro com o apoio da lei de incentivo a cultura. Em 2005 quando lancei o livro pela segunda vez estava revisando o segundo volume. Já existe um terceiro, mas esse não sei se lançarei.
E-mail: nazarethefonseca@oi.com.br |
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" Como comentei, minha criatividade escolheu uma maneira interessante de se manifestar. Como qualquer outro livro, tudo começa com uma cena que me vem à cabeça, ou um personagem, uma personalidade que aparece do nada. No caso de ANJO A Face do Mal, isso aconteceu com Lúcifer. Ele por si só é um arquétipo muito forte, e ao mesmo tempo em que dá trabalho tratar com um personagem assim, ele também permite ser usado para fazer o leitor pensar nos mais variados assuntos. Escrevo para entreter, mas sempre gosto, dentro do possível, de fazer meus leitores
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pensarem, questionarem. Obviamente, isso tudo tem de estar dentro do contexto da obra, caso contrário, ela assumirá ares de panfletagem, o que não teria o menor sentido.
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"Fazendo uma análise depois de tantos anos, foi bem divertido. O processo de escolha do substituto de Daerick Gross (o ilustrador que tinha feito a adaptação de "O Vampiro Lestat") foi supervisionado por Anne Rice; ela deu a palavra final sobre quem assumiria o título. Fiz umas duas páginas pintadas de teste e fiquei surpreso em ter sido escolhido. Li os três livros da série publicados até então (Entrevista, Lestat, Rainha) e outras obras da mesma autora para me familiarizar com o universo que ela criara. Empreguei muitas técnicas diferentes e experimentei muitas maneiras narrativas distintas. Foi um fantástico processo de
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aprendizado.Acho a idéia de adaptar quadrinhos para o cinema um desafio delicioso. Porém não gostaria de me envolver mais uma vez com o processo contrário, adaptação de cinema para quadrinhos. Já participei de adaptações de obras literárias (A Rainha dos Condenados, Lovecraft) e gostei bastante das experiências, porém, o processo com cinema não foi tão agradável; minhas primeiras obras para o mercado americano de comics foi a adaptação de dois filmes de Corman (um dos barões dos filmes B), Trancers e Trancers 2, para a Adventure, um selo da extinta Malibu. À exceções raríssimas ("Drácula" do Mike Mignola é primorosa), somam-se obras pífias de gosto duvidoso que tentam transformar cinema em gibi, na tentativa quase desesperada de amealhar níqueis dos desavisados. A idéia de reproduzir filmes ou séries de TV, tendo que copiar seqüências inteiras das capturas de tela me dá urticária."
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Raul Cortez sobe ao palco para representar o Conde Drácula , colocado na Inglaterra, aonde chega acompanhado de sete caixões cheios de terra de cemitério, nos esconderijos entre uma e outra revoada noturna. Nos arredores de Londres interessa-se pela frágil Lucy Seward (Carla Camurati). O suspense toma lugar, depois que uma amiga da jovem morre sem nenhum motivo aparente, a não ser duas marcas no pescoço e uma anemia que desafiava qualquer tratamento. Quando Lucy começa a sentir os mesmos efeitos, seu pai chama à Inglaterra o médico holandês Abraham Van Helsing (Sergio Mamberti).
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Especialista em doenças misteriosas, Helsing já chega munido de réstias de alho e hóstias consagradas. A princípio, o conde não leva a sério o inimigo, mas o médico holandês não desiste e, auxiliado pelo pai e pelo namorado de Lucy, consegue encurralar o vampiro. (1986)
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Contadora de histórias e tradutora, vem desenvolvendo, há anos, projetos de estímulo à leitura e eventos para professores e alunos, com palestras, cursos, oficinas pedagógicas, shows e narração de histórias em escolas, bibliotecas, livrarias, centros culturais, clubes, supermercados, shopping-centers, etc, além de participar de feiras e bienais de livros, nacionais e internacionais. Nascida em Minas Gerais, “no meio dos livros”, como gosta de dizer, ReginaDrummond nunca trabalhou com outra coisa que não envolvesse livros. É formada em Letras, fala inglês, francês e alemão; atualmente, mora em Munique, na Alemanha, onde coordena o “Espaço Cultural Carlos Drummond de Andrade”, mas está
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sempre no Brasil para atender sua agenda de muitos compromissos. |
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“Necrópole – histórias de vampiros”, que teve uma produção muito bacana por parte do grupo. O processo ocorreu assim: juntamos um grupo de cinco escritores com qualidade boa, e formas de escrita divergentes, isso foi pensado justamente para diversificar a obra e atingir todos os leitores possíveis; depois selecionamos um tema, no caso os vampiros, e cada um escreveu uma novela com o compromisso de ser o mais inovadora possível; assim que os textos foram dados por concluídos, fizemos uma troca entre nós, onde eu li o texto de um outro autor, passando o meu para que um outro lesse, como em uma ciranda; cada um dos
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textos foi limado e criticado até a exaustão, depois ajustado, corrigido e adaptado; essa segunda versão passou a girar uma vez mais na ciranda, com leitura, crítica, correção, melhorias, e... um novo giro; depois que os textos haviam girado por cinco vezes, estavam realmente livres de falhas, e com uma história muito melhor do que quando foram criados; daí pra frente foi revisão gramatical, capa, diagramação e busca por uma editora. Essa busca não levou mais de um mês, para você ter idéia da qualidade final que atingimos. Mas não pense que o trabalho parou por aí, depois do livro ir para as livrarias os autores continuaram se reunindo mensalmente. Criamos sites, mandamos releases para revistas e jornais, demos entrevistas, fizemos eventos, continuamos fazendo e distribuindo Zines, enfim, continuamos com nosso profissionalismo, pois sem ele o livro estaria encalhado nas prateleiras. É um trabalho cansativo, mas muito recompensador em termos de prazer pessoal.
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| Luiz Roberto Guedes |
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Poeta, publicitário e letrista de música popular, nasceu em São Paulo (SP), em 1955. É autor da plaquete de poemas Calendário lunático - Erotografia de Ana K. (Ciência do Acidente, 2000). Como tradutor, colaborou com Claudio Daniel em Geometria da água & outros poemas (Memorial da América Latina, 2000), Rupestres (Tigre do Espelho, 2001) e Madame Chu e Outros Poemas (Travessa dos Editores, 2003), coletâneas de versos do cubano José Kozer. |
Na área da literatura infantil, publicou Perdidos no trem fantasma (Editora Abril Jovem, 1995), Planeta Bicho (FTD, 1996, dois volumes) e Lobo, Lobão, Lobisomem (Saraiva, 1997). Guedes tem publicado poemas em diversos jornais e revistas literárias, como A Cigarra (SP), Dimensão (MG), Babel (SP) e Poiésis (RJ). Com o pseudônimo de Paulo Flexa, escreveu letras de MPB gravadas por músicos como Luiz Guedes e Thomas Roth, Beto Guedes, Agnaldo Rayol e outros. Em 2004, organizou e publicou a antologia poética Paixão por São Paulo (ed. Terceiro Nome).E foi o organizador da antologia " O Livro Vermelho dos Vampiros" |
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é argentino de nascimento e brasileiro de coração. Vive no Brasil desde 1963 e se destacou na década de 1980 como importante editor de quadrinhos ao publicar, entre 1981 e 1993, as revistas “Calafrio e Mestres do Terror”, consideradas marcos da história dos gibis nacionais. Mas Zalla é, principalmente, um grande desenhista, com um traço singular e original, capaz de se adaptar aos mais diferentes gêneros – terror, guerra, policial, western e sexo. Assim que chegou ao país, começou a participar de praticamente todas as pequenas editoras paulistanas que existiram em seu período de atuação.
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Rubens F. Lucchetti |
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É autor do livro No Reino do Terror (Editora Opera Graphica) e um dos maiores experts em cinema fantástico nascidos abaixo do Equador. Entre outras atividades insuspeitas no reino das trevas, escreveu roteiros para os filmes de José Mojica Marins (Zé do Caixão ou Coffin Joe) e diversas HQs de Terror. Atualmente, prepara o lançamento dos livros O Cinema de R. F. Lucchetti e O Filho de Satã (a primeira Graphic Novel da história, finalizada em 1971 – cinco anos, portanto, antes de Will Eisner lançar Contrato Com Deus).anos de 1960, como Outubro,anos de 1960, como Outubro, Taíka,GEP e
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Jotaesse. Entre 1966 e 1969, manteve com Eugênio Colonnese o Estúdio D-Arte, que depois seria retomado como editora em 1981. Juntos, ele e Colonnese alimentaram revistas de cinco editoras, com uma produção mensal superior a 200 páginas. A partir desse momento, com Paulo Marte, do Instituto Brasileiro de Ensino Pedagógico (IBEP), iniciou uma revolução na educação escolar ao adotar a linguagem dos quadrinhos nos livros didáticos – idéia que seria copiada por várias editoras. Toda a formação artística de Zalla se deu na Argentina, onde trabalhou profissionalmente por dez anos em importantes revistas.
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Uma das primeiras e mais relevantes pesquisadora e autora da internet brasileira sobre temática folclórica, histórica e filosófica do mito vampírico. Atualmente seus trabalhos podem ser lidos em sua coluna neste site E também na lista de Yahoo Vampirevich
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O famoso criador das séries Paralela e Vôo Livre é natural de Recife (PE). Começou a desenhar quadrinhos para fanzines. E sua primeira HQ em nanquim foi Jesuíno Brilhante. Sua primeira obra profissional foi uma HQ histórica para a Ebal de Adolfo Aisen, que jamais foi publicada. Em 1979, publicou em Spektro, da Editora Vecchi. Então não parou mais. Fez terror, erotismo, western, humor e super-heróis para Grafipar, Press entre outros . Watson era um fenômeno nas artes-gráficas brasilis. Dono de traço ímpar! Seus desenhos fizeram a cabeça de toda uma geração. Foi o papa do quadrinho de ficção brasileira dos anos de 1980.
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Logo, foi contratado pela Editora Abril. Passou a desenhar Trapalhões, Disney, He-Man e ... Jovem Radical. Atualmente, continua realizando obras para fanzines, cursos de desenhos, novas paródias eróticas e capítulos curtos para futuros álbuns da Opera Graphica.
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