Gianpaolo Celli
É interessante como um assunto vem à tona diversas vezes em intervalos até sob certo ponto cíclicos. A impressão é que cada vez mais pessoas chegam na mesma época do ano ao ponto que outras chegaram tempos atrás. Uma coisa até sob certo ponto irritante em relação à questão é que devido a isso muitas vezes temos que nos repetir, pois aparentemente duvidas novas não podem ser dirimidas por velhas explicações. Como tudo tem um lado positivo, responder novamente velhas questões nos dá a chance de revisarmos nossos pontos de vista, os quais muitas vezes mudaram e nós ainda não formamos opinião sobre um devido assunto pois ele ainda não se mostrou em nossa nova 'fase'. Afinal de contas, no processo de mudança determinado pelas jornadas iniciáticas nós precisamos sempre estar re-aprendendo o que já sabemos pois nosso conhecimento já não é mais adequado à nossa realidade pois no momento que mudamos, a vemos com outros olhos .
Uma questão que eu já coloquei em colunas há algum tempo e que me vejo muitas vezes tendo que repetir (até porque li uma matéria na net com alguns absurdos em relação a assuntos ligados a isso) é que muitas vezes o neopagão não estuda com a devida profundidade as bases de sua crença/fé/religião/filosofia de vida.
Dai surge uma pergunta crucial: como se pode crer, ou ter fé, buscar uma re-ligação, ou ainda ter como filosofia de vida algo que não se conhece profundamente?
E o problema, que começa desde a falta de conhecimento em relação ao nome que foi adotada para essa crença, o que até certo ponto é algo inócuo, até conceitos como de desenvolvimento pessoa e de magia, o que já são coisas perigosas de se lidar sem o conhecimento do que se está fazendo.
Para começar: muitas pessoas não sabem nem o que vem a ser pagão ou neopagão, e por mais que isso não seja perigoso, o assunto tem relevância, pois como o praticante irá explicar sobre sua crença se ele mesmo não sabe realmente do que ele está falando? Como quererá que as pessoas respeitem essa 'religião', se os próprios praticantes a apresentam de maneira deturpada?
É como eu digo, apesar da ignorância (do verbo ignorar, não saber) não ser algo ruim, ignorar totalmente, ou saber pela metade, e ficar por ai propagando besteira é péssimo. É daí, afinal de contas, que surgem coisas como Wicca desde os celtas, irmãs queimadas na fogueira, ou colocações (eu já vi isso numa revista, sendo apresentadas por praticantes) num mesmo texto de que apesar de 'na Wicca não existir bem e mau', o fato de se celebrar a Lua Cheia e não a Lua Nova é porque esta última é 'uma Lua maligna'. Imaginem um leitor que não conhece nada sobre Wicca e que lê duas colocações contraditórias como estas. O que ele irá pensar?
Na realidade eu creio que o problema começa muito mais cedo, pois a maioria dos neopagãos nem sabe o que vem a ser neo - novo, pagão - do latim paganus, aquele que vive no pagus, campo (o contraponto de urbanus, que vive na urbe, cidade).
Em versões mais tardias do conceito temos como pagão aquele que crê em deuses da natureza e segue as religiões pagãs. Mais tardio ainda esse conceito passou a ser 'não cristão' e depois ainda 'adorador do diabo'. Ou seja, aquela pessoa que segue os deuses da natureza, mas que não mora mais no campo, que não tem como o paganismo uma crença original , sendo portanto um novo pagão, diferente de povos aborígines do mundo todo, que mesmo tendo contato com culturas tecnologicamente mais desenvolvidas, muitas vezes ainda mantém suas crenças originais.
Não só o praticante deveria saber explicar o que é neopagão, como a etimologia do termo. Isso para não dizer de autores de livros, de sites sobre o assunto que propagam meias-verdades e mentiras poéticas como as apresentadas acima.
É interessante que mesmo numa época onde as pessoas busquem esclarecimentos, muitos neo-pagãos prefiram mistificar à revelar. Ao invés de explicar eles dão formulas prontas, esperando que o praticante que os segue não perceba que na realidade eles o fazem exatamente pois não tem profundidade no que ensinam.
Ou seja: eles não sabem do que falam. Isso pode parecer uma critica pesada, mas a comprovação pode ser feita na livraria mais próxima. Entre lá e busque (na parte de auto-ajuda) um livro qualquer de alguma religião ou tradição ligada ao neo-paganismo.
Vá direto ao final do livro e busque a bibliografia. Você perceberá que quando ela existe, afinal de contas, muitos autores colocam no livro a "sabedoria" que receberam diretamente de seu coven, ou de sua 'tradição' familiar, a maioria, senão todas as obras mencionadas não são nada menos do que livros da mesma religião ou tradição da dele. Ou seja, não existe reciclagem, é sempre todo mundo falando a mesma coisa, utilizando os mesmos termos, inclusive (e eu mais uma vez já cheguei a comentar isso) sem, evidentemente, explica-los.
Isso infelizmente não acontece porque tais termos são de simples compreensão ou são auto-explicativos, mas porque aqueles que os utilizam com tanta propriedade não sabem realmente seus significados e suas origens. Deste modo, vemos explicações de celebrações sazonais misturando datas celtas, como Beltane ou Samhain com datas nórdicas, como Yule e Ostara, dizendo que tem a mesma origem, e ainda as chamando de sabás (ou sabbats), sem consciência que tal palavra é derivada do termo hebraico 'shabbath', cujo significado é 'repouso'.
Esta data, originalmente o recolhimento semanal dos judeus, inclusive, foi a que deu nome do nosso 'sábado'. Assim, se mistura um pouco de tudo, não se explica absolutamente nada (até porque faze-lo ia fazer dessa salada algo mais feio ainda) esperando que o praticante, ao invés de buscar mais sobre o que irá praticar, se sinta honrado por participar de algo que, apesar de ter pouco mais de meio século, possui palavras tão antigas (sem comentários)...
Isso para não dizer que cada uma destas celebrações é apresentada como uma receita de bolo, sem sequer uma explicação (o mais importante) do porque ela existiu ou porque ela deve ser feita. E depois estas mesmas pessoas, evidentemente sem saber o que a palavra significa, dizem que praticam uma religião sem dogmas.
E pior, pois se em relação ao conceito de neopaganismo não existe perigo algum, quando falamos de celebrações 'rituais' isso não necessariamente é verdade.
Rituais trabalham energias sutis as quais muitas pessoas não estão preparadas, especialmente quando ao invés de ir fundo numa mitologia, na história/mito de um deus particular, o praticante acha que basta ler uma das famosas listas de deuses e deusas que rodam pela net, que são apresentadas em livros sobre o assunto e que os apresenta simplesmente como deus da fertilidade ou deusa do amor, sem sequer explicar o que pode significar fertilidade ou amor em seus sentidos mais amplos, sem sequer imaginar o que vir junto com este amor e esta fertilidade.
É como diz o ditado "cuidado com o que deseja pois você pode conseguir", ou como eu mesmo já coloquei "a melhor coisa que pode acontecer quando se faz um ritual mau feito é: nada" afinal de contas, melhor coisa alguma do que acontecer algo que você não esperava.
Parodiando o tio Ben (dos quadrinhos do Homem-Aranha) "todo poder demanda responsabilidade". Ou seja, antes de fazer um ritual, antes de evocar uma divindade, leia, pesquise sobre a mesma.
Inclusive, esse conceito alardeado por algumas tradições neopagãs, inclusive baseado em colocações de diversos estudiosos de que todos os deuses são um só Deus e todas as deusas uma só Deusa está totalmente equivocado.
Pense! Por mais que a mitologia comparada nos mostre uma semelhança de temas nos mitos de culturas distintas, histórias semelhantes que explicam coisas como a criação do mundo, a destruição do mesmo, ou o porque da existência do dia e da noite e das estações do ano, as deidades participantes destas histórias, ao receberem nomes e personalidades de culturas impares, deixam de ser simplesmente representações de energias naturais, passando a possuir uma ligação com a cultura que os criou e com toda experiência pela qual este povo passou (chamada de egrégora em muitas tradições mágicas).
Deste modo, um deus solar de um povo que vive no deserto é diferente de um deus solar de um que vive em áreas próximas aos pólos, ou de um que viva em florestas tropicais.
Até porque o Sol se mostra de maneira distinta em locais e climas diferentes.
Pense bem, um ritual é uma situação onde se deixa a mostra o que de mais intimo em nós, a energia pessoal. Se você não levaria uma pessoa qualquer para cama antes de conhece-la, por que faria, ou faz isso, com uma divindade? Ou ainda, por que você acha que uma divindade faria isso com você?
Inclusive, falando de livros e sites, assim como de um conhecimento (ou falta dele) perigoso, quando falamos de magia.
Considerando o assunto, me vieram a mente os diversos livros que li, palestras que assisti, cursos sobre magia dos quais participei, discussões que tive sobre o assunto, e me lembrei de como essa simples questão está mau determinada não só nas mentes das pessoas como nas dos praticantes de magia.
A questão é: - O que é magia?
Existem diversas respostas para esta aparentemente simples pergunta. Estas, por sua vez, podem ir desde a poesia até a prática, desde a insanidade até a verdade.
Algumas que você deve conhecer são:
- É uma ponte que liga o mundo visível ao mundo invisível.
- É o ato de obter um efeito concreto sem causas lógicas explicáveis
- É a arte de causar efeitos visíveis a partir de causas invisíveis.
Praticamente todos os autores/praticantes que escrevem sobre religião pagã, sobre ocultismo ou esoterismo apresentam respostas semelhantes às acima. Ai eu pergunto: - Os conceitos apresentados acima estão errados?
A resposta é que em sua maioria eu tenho que concordar que não.
Mais uma questão - Eles estão completos?
Novamente a réplica é: Não!
- Mas 'não' por que? - você pode questionar.
Não, pois deste ponto a maioria dos autores já salta para aspectos dos rituais, exercícios e meditações, como se estas fossem as respostas definitivas para se trabalhar magia, sem sequer explicar o que realmente ela vem a ser e como trabalhar com ela. O elo entre a questão do que vem a ser a magia e como ela funciona, ou o que em nós a faz funcionar.
Diversas pessoas, depois de muito estudo e prática, chegam a conclusões sobre isso e continuam seus caminhos. A maioria, no entanto, sem esta chave e não percebendo que algo está faltando, não consegue prosseguir após um ponto e infelizmente, desistem.
Veja bem, eu não estou questionando metodologia, mas sim consciência em relação a uma questão vital. Estas colocações acima, afinal de contas, assim como a maioria dos livros que existem no mercado, não fala qual é o mecanismo, a mola propulsora, por trás de tais acontecimentos, assim como raramente dão as bases para que a coisa todas funcione de maneira adequada.
Ou seja, resumindo 'aparentemente simples' questão: - Como funciona a magia?
Ao invés de, como a maioria dos autores, nós falarmos de 'energias divinas', 'sagradas', 'elementais', 'pessoais', 'telúricas', e outros conceitos que completam a pergunta 'o que é magia', mas não respondem como, através de quais ferramentas, a magia funciona, nós falaremos aqui de como fazer a magia funcionar
Resumindo antes de explicar, a magia depende em relação ao praticante de somente três aspectos: Crença, Necessidade e Vontade.
- Mas é só isso?
Sim é a resposta. No que depende de você, se não houver estes três aspectos, a coisa não funcionará. Ou pior, funcionará sem o devido controle, podendo trazer conseqüências diferentes das desejadas.
Vamos ver então como funciona esta questão de:
Magia = Crença + Necessidade + Vontade
O primeiro ponto é, portanto, analisar a questão 'o que é magia?'.
Acima nós vimos que magia é o ato de se causar efeitos comprováveis através dos cinco sentidos sem causas lógicas explicáveis, ou seja, a partir de causas invisíveis. O que seriam então, estas 'causas lógicas não explicáveis' ou 'invisíveis'?
Aqui nós entramos na primeira das 'molas propulsoras' da magia: a Crença! Apesar de podermos considerar que muito do que a magia faz pode ser uma simples reação que ainda não foi cientificamente verificada, para que a magia funcione, você precisa acreditar que ela irá acontecer. Mais do que isso ainda, você precisa possuir um sistema de crenças que embasem a ação mágica.
Não adianta você querer que algum milagre aconteça e ao mesmo tempo ser cético em relação ao assunto. Estas causas invisíveis são portanto, as forças, energias existente em todas as coisas do universo. Forças que a maioria das tradições mágicas nomeiam primariamente como Físicas, Energéticas e Espirituais, segundo tratados muitas vezes datados de séculos atrás, de acordo com sua sutileza,.
Eu poderia dar continuidade ao tópico procurando explicar mais profundamente tais forças, utilizando inclusive alguns aspectos da física moderna para faze-lo, mas isso seria um erro, pois neste caso estaríamos falando de um dogma.
Aqui um aparte é necessário. Segundo o dicionário dogma é, no campo filosófico, uma crença, ou doutrina imposta, que não admite contestação. No campo religioso, por sua vez, é uma verdade divina, revelada e acatada pelos fiéis. Isso, inclusive, leva a uma questão interessante.
Muito mais do que uma 'verdade' que deve ser aceita sem contestação, o dogma é algo que, no caso do fiel, deve ser mais sentido do que realmente provado. Esta colocação pode parecer estranha, mas se considerarmos que percebemos o mundo através de nossos cinco sentidos, e mais, que toda nossa experiência de vida trabalha para filtrar as informações que chegam a nós (como eu já coloquei em colunas anteriores, 'toda verdade é pessoal') se a vivência for real para você, nenhuma explicação será necessária. Da mesma maneira, se você só entrou em contato com o conhecimento, não havendo experimentado realmente, você não pode dizer que realmente aquilo faz parte de você (mais uma vez como eu mesmo já coloquei em colunas anteriores).
Findo o aparte e dando continuidade a questão das energias mágicas, basta saber que existem estas três forças, Física, Energética e Espiritual, e que elas são: primeiro a energia existente em todas as coisas, conhecida como etérea; depois a energética, mais conhecida como energia astral (emocional) e mental (é aqui entramos em contato com o plano das idéias e com o inconsciente coletivo) que formamos quando sentimos e pensamos; e finalmente a energia espiritual, a energia divina, a parcela da divindade que existe em tudo e que nós temos, conhecida como Alma, ou Eu Superior, assim como com a energia supra-física, ou divina de todas as coisas, energia essa utilizada na criação dos deuses.
Estas são os três tipos de energia que são comumente utilizadas quando se faz magia: A do próprio mago, a que ele chamará para criar seu desejo nos planos sutis, e finalmente a dos deuses, para reforçar e abençoar este pedido.
Compreenda inclusive, que para que a magia funcione, a crença na energia sutil da maneira que eu a estou apresentando não é necessária, basta que você compreenda que esta força existe, seja qual o nome que você queira dar a ela.
Além da crença outro ponto crítico para que a magia funcione, é a Necessidade. Muitas pessoas confundem este conceito com o de Vontade. Esta última, no entanto, trata mais da Força de Vontade do que da 'vontade' como um desejo.
Veja bem, se estamos com frio, nossa Necessidade é calor; no caso de fome, esta passaria à alimentação. Quando falamos de magia, no entanto, a
Necessidade pode ser qualquer coisa que você ache que precisa, ou mesmo que deseje para si, e que pretende usar desta energia sutil para conseguir. De desejos concretos como 'um novo emprego' ou 'um novo amor', até conceitos mais abertos, como 'fartura', 'prosperidade', 'conhecimento' ou 'sabedoria', quando você acha que não está recebendo o que deve, isto se torna uma Necessidade.
Este ponto, portanto, poderia ser resumido como o objetivo da magia.
Agora, se temos a Crença para embasar nossa ação, a Necessidade para foca-la, o último ponto é nossa força de Vontade para impor nossos objetivos ao universo.
Mostrá-lo e fazer dele real nos planos sutis para que, através da alimentação com nossa própria energia, ele puxe mais do universo, fazendo com que o que criamos na dimensão das idéias e sentimentos (e é real naquele plano), se torne real em nosso Plano Físico.
Este poderia ser o final, mas é neste ponto que a maioria das pessoas olharia descrente para o texto acima e questionaria inclusive num tom algo jocoso:
- Mas é só isso?!
Acontece que, mesmo que resposta para essa pergunta seja simplesmente - Sim!
Inclusive, para deixar a coisa mais interessante: Sim, é esta a simples base (um pouquinho mais bem explicada) sob toda a babação de ovo feita em relação ao Segredo, ao Poder de Atração e todas as técnicas de auto-ajuda baseadas em pensamento positivo.
Da mesma maneira que eles apresentam, o principio da magia também é trabalhar energias sutis através de um direcionamento de seu pensamento, de seus sentimentos e de suas ações, tanto em rituais como em seu cotidiano.
Resta o fato que o ser humano não está acostumado a conceitos simples. Muitas vezes é necessário complicar a coisa para que a facilitar compreensão. O resultado disso é que, daqui a muito tempo, quando você perceber que metade do que faz, apesar de bonito, poético e até emocionante, e de haver sido eficiente no início, é desnecessário, você vai rir.
Toda essa explicação pode, contudo, gerar um engano. Apesar de eu gostar de chamar ritos de 'ferramentas para enganar nosso inconsciente', é evidente que estes são necessários. Não só para obter resultados mais facilmente, ou para facilitar a interação do praticante com sua própria energia, mas também para chamar atenção seres de Outros Mundos. Claro, pois toda essa explicação é somente a base da magia mais simples.
Além disso existem inúmeros aspectos, caminhos que o praticante poderá seguir, o trabalho com seres sutis, com divindades, por exemplo (assunto já citado acima). Minha colocação aqui é que não adianta você tentar trabalhar conceitos mais complicados se os mais simples ainda são um mistério para você.
Até porque, você estudar uma cultura, sua mitologia, e/ou os mitos de uma divindade em particular tentando entender o que aquela divindade e seus mitos eram para as pessoas que a criaram, você criará uma ligação e se sintonizará no padrão energético desta divindade de uma maneira tão simples que ritos não serão mais necessários a não ser por uma questão de respeito (mas isso já é outro assunto)
Inclusive, apesar de eu poder continuar discorrendo sobre os mais diversos assuntos, explicando melhor os rituais sazonais, ou conceitos relacionados a eles, como o "um ano e um dia" ou a "lei do tríplice retorno" (ambos assuntos que eu também já trabalhei em outros textos apresentados aqui), ou falar de conceitos como a 'destruição do Ego' (que foi a questão que efetivamente me fez escrever esta coluna), tão levianamente surrupiado da psicologia, este não é o intuito desta coluna em particular.
É sim falar dos perigos da utilização de conhecimentos incompletos em práticas mágicas e/ou religiosas, ou da apropriação indevida de conceitos de outras áreas de estudo sem a devida precaução ou profundidade de estudo.
Afinal de contas, como eu mesmo já disse acima: 'Quando não se está preparado, o melhor que pode acontecer em relação à prática mágica é que ela não gere resultado algum.'
FIM
31/10/2007 |